Felitti

Nov 29 2009
On April 20, 1966, Don King walked into the Manhattan Tap Room and spotted a man by the name of Sam Garrett—a former employee in King’s racket who owed him $600 on a bet. Sickly, small, and drug-addicted, Garrett was no match for King. But King was in no mood for forgiveness. Their argument very quickly turned into a brawl, and then a beating in the street outside the bar, a beating that ultimately left Garrett dead from his injuries. King claimed self-defense, and witness accounts vary, but for the first officer on the scene, the beating was a brutal, almost demonic assault. In an interview with sportswriter Jack Newfield, Officer Bob Tonne said he saw “a man’s head bouncing off the asphalt pavement like a rubber ball. Then he saw another man standing over him with a gun in his right hand, applying another kick to the head.” Even after he was subdued and the fight was over, “King got in one last vicious kick that Tonne would never forget.

o don king aí de cima é o mesmo que você se acostumou a ver (e estranhar) ao lado de campeões de boxe, como mike tyson e muhammad ali.

o trecho é tirado do livro “only in america”, em que jack newfield detalha os problemas com a lei do cara que levou tyson ao estrelato e fez com que ali retomasse o título mundial contra george foreman em 1974, na famosa luta no zaire conhecida como rumble in the jungle.

o jrank traz alguns trechos do livro.

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já viu como nova orleand está abaixo das barragens que separam a cidade do rio mississippi e do lago pontchartrain?
a wikipedia tem um artigo bastante completo sobre os motivos que levaram à fissura de ambas as comportas e consequente inundação da cidade durante o katrina.
o david remnick, editor da the new yorker, escreveu um artigo espetacular sobre os dias posteriores à enchente chamado “high water”, traduzido para o português dentro do excepcional “dentro da floresta”.
me interessei no assunto ao escrever o perfil do allesblau, blog mantido coletivamente em santa catarina para melhorar o fluxo de informação sobre as enchentes que atingiram o estado em novembro de 2008.

já viu como nova orleand está abaixo das barragens que separam a cidade do rio mississippi e do lago pontchartrain?

a wikipedia tem um artigo bastante completo sobre os motivos que levaram à fissura de ambas as comportas e consequente inundação da cidade durante o katrina.

o david remnick, editor da the new yorker, escreveu um artigo espetacular sobre os dias posteriores à enchente chamado “high water”, traduzido para o português dentro do excepcional “dentro da floresta”.

me interessei no assunto ao escrever o perfil do allesblau, blog mantido coletivamente em santa catarina para melhorar o fluxo de informação sobre as enchentes que atingiram o estado em novembro de 2008.

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duas descobertas tardias para o mestrado: lilia efimova, responsável pelos melhores estudos etnográficos sobre práticas dos blogs que usei na dissertação, e jan schmidt, talvez a maior autoridade acadêmica em blogs do planeta, têm blogs.

pena que o da schmidt, cuja proposta de framework para entender os objetivos sociais envolvidos na criação dos blogs detalhei na dissertação, seja em alemão.

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na melhor escola joe sacco de jornalismo, dan archer e nikil saval recriam em quadrinhos o golpe de estado que tirou zelaya da presidência de honduras. vi não lembro mais aonde.

na melhor escola joe sacco de jornalismo, dan archer e nikil saval recriam em quadrinhos o golpe de estado que tirou zelaya da presidência de honduras. vi não lembro mais aonde.

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Last Saturday, July 3, Mark Sandman collapsed on a stage just outside Rome. He was performing with Morphine, the Boston-based trio he’d led for the past decade. He was taken by ambulance to a hospital, where he was pronounced dead on arrival. He’d suffered a massive heart attack.
— na semana em que mark sandman morreu, o the boston phoenix apurou e recriou a ascensão do baixista e líder do morphine. obrigatório para fãs da banda, tipo eu.
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Uma pesquisa da consultoria Fellipelli com 700 executivos sinaliza que a realidade não é tão eletrizante assim. O estudo, divulgada pelo CanalRH, o portal de informação mantido pelo grupo VR, identificou que os executivos preferem cumprir ordens e executá-las da forma mais eficiente possível.

Nada menos que 58% declararam dedicar tempo e esforço para promover e organizar tarefas. Apenas 9% investem energia na busca de novas idéias.
(…)
Sem querer, a pesquisa denuncia uma faceta nebulosa da cultura corporativa brasileira – o culto ao puxa-saquismo. Dizer “sim senhor” ainda é muito mais seguro, confortável e valorizado do que levantar a mão no meio da reunião e contra-argumentar: “discordo e tenho uma sugestão para fazermos mais e melhor”. Talvez seja pelo traço cultural – e não pela deficiência financeira – que a falta de inovação seja um dos piores males das empresas brasileiras.

do post da Alexa Salomão na Época Negócios, comentando realizada e divulgada pela  Fellipelli.
Nov 27 2009
Nov 26 2009
fodão. do suck.uk.

fodão. do suck.uk.

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Nov 16 2009
Dos compositores famosos, eu gosto muito de Chico Buarque e Paulinho da Viola. Agora, Caetano Veloso e Gilberto Gil, eu acho uma porcaria.
— paulo vanzolini, o letrista mais subestimado do brasil. pro JT.
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